“E foi assim que percebi o que Frei Galvão queria de mim”!

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Paz e Bem pessoal!

Sou o Fernando Cordeiro do Conexão Fraterna e gostaria de compartilhar com vocês sobre a minha experiência com Santo Antônio de Sant’Ana Galvão, mais conhecido como Frei Galvão. Ontem, dia 24 de outubro, eu e uma galera animada de São Paulo participamos de uma pequena ação missionária junto ao Santuário Frei Galvão em Guaratinguetá (SP) e confesso de cara que estar presente ali me fez questionar muitas coisas. Como por exemplo a fé e a devoção das pessoas. Sentir aquela energia foi sem dúvidas enriquecedor. 

Até então eu iria para ajudar na organização do espaço e acolhida  e se houvesse um tempo iria criar alguns conteúdos e postar nas redes sociais do Conexão mostrando como estavam os preparativos para festa. Durante o dia, várias e várias vezes fiquei questionando sobre qual era minha missão, mesmo sabendo que de fato eu já sabia o que iria fazer.

No decorrer do encontro foi delegado o que cada um poderia fazer para ajudar e contribuir com a festa, então me organizei com os demais jovens e fui realizar minhas tarefas. Conforme eu tinha um tempo eu criava alguma coisa e postava. Mas, teve dois momentos especiais que me chamaram a atenção no decorrer da missão e que partilho aqui com vocês.

O primeiro foi presenciar uma linda celebração totalmente voltada para pessoas portadoras de necessidades especiais. Foi maravilhoso ver Cristo através da linguagem de sinais e ainda mais ouvir a Palavra de Deus sendo lida em braille. Naquele momento eu pude perceber o quanto é rico a devoção daqueles fiéis. Muitos sem dúvidas estavam ali testemunhando um grande marco de uma Igreja inclusiva e acessível para todos.

O segundo foi quando eu percebi uma pequena fila de devotos em busca das famosas Pílulas de Frei Galvão. Até aí tudo bem, mas, quando estava saindo do local uma senhora me chamou de canto e disse: Você é da acolhida? Eu disse sim! E então perguntei se ela precisava de uma ajuda, ela me respondeu que gostaria de saber se as barracas ao lado da Igreja eram beneficentes. Logo respondi que sim, para ajudar o Santuário. E então ela respondeu-me que foi Frei Galvão e sua Pílula junto com os médicos que a salvaram da Covid-19. “Hoje estou muito feliz de estar aqui”, revelou a devota.

E novamente ainda aparecia aquela pergunta: qual era minha missão junto ao Santuário Frei Galvão? Hoje pela manhã me veio a resposta: Um outro testemunho de uma seguidora do Instagram do Conexão Fraterna comentou que havia sido curada e voltado a andar graças as pílulas de Frei Galvão. Naquele momento em que li a mensagem foi meio que uma confirmação e resposta sobre o qual era o meu objetivo e missão junto as terras do primeiro santo brasileiro. Não foi apenas ajudar ou tirar fotos e publicar. O principal motivo foi presenciar a fé daquelas pessoas e testemunhar cada fato ocorrido, e perceber como é bonito ser tocado e sentir Deus agindo em cada momento. E foi assim que eu percebi o que Frei Galvão quer de mim!

Um abraço fraterno!

Paz e Bem a todos e viva Frei Galvão!

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