“A missão é assim!”

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A gente precisa confiar que quando vem de Deus, por mais que pareça incerto, é o melhor para nós. Depois de um mês do fim do ENFJ que aconteceu em Vila Velha no fim de julho deste ano, o sentimento que fica é saudade. Muita saudade!

Muito antes do encontro começar, lá no início do ano, minha mãe manifestou o desejo de receber os jovens que viriam para fazer a missão no meio no ano. Na minha cabeça eu só pensava “Tá mãe, falta um tempão ainda, mais para frente a gente vê isso!”. Não que eu não quisesse ser Família Acolhedora, mas era uma realidade tão distante que eu não entendia a animação precoce que minha mãe estava sentindo, mas as mães sempre sabem das coisas e eu é que estava por fora.

Os dias iam passando e ela ia ajeitando o ninho para “os filhos” que ia receber, pensava na logística de levar e trazer os missionários nos compromissos do dia, anotava ideias para os cardápios dos dias em que eles estivessem conosco, tudo tinha que sair perfeito. E eu continuava pensando: “Meu Deus, minha mãe nem sabe quem são essas pessoas, por que tanta preocupação?”.

Mas… É como eu disse lá em cima, tinha muita incerteza no meu coração, mas eu sabia, desde sempre, que seria uma experiência incrível. Eu já participei de missões católicas, mas os alojamentos eram sempre em escolas ou igrejas, ficar em “casa” com certeza teria sido muito melhor, então eu queria receber os jovens que viessem com carinho também.

Por fim, o dia chegou e passou tão rápido e foi tão intenso que quando acabou, fiquei triste. Tinha passado tão depressa que eu não tinha conseguido aproveitar o máximo das minhas irmãs. Sim, recebemos duas meninas. Thaís, carioca e Thayná, cearense (de Canindé!). Eu queria que elas tivessem ficado mais, só que a missão não pode parar e elas tinham que seguir a caminhada.

Mas não só elas. O que elas não sabiam é que a missão que elas vieram para fazer nas ruas, com outras famílias acabou convertendo a família onde elas foram acolhidas. A missão é assim, você mira em um e acerta em outros que nem imaginava estar evangelizando.

Aproveitando esse espaço lindo (por favor, vocês precisam acompanhar esse projeto incrível que é o Conexão Fraterna!), preciso dizer: Irmãs, nunca vou esquecer de vocês e aqui em Vila Velha sempre terá uma família pronta para chamar de sua, de novo.

Hani Coelho
Vila Velha/ES

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